Grupo mineiro lança loteamento na Serra

Empreendimento será construído na região de Serra-Sede, em uma área de 255 mil metros quadrados perto do bairro continental. Por Samantha Dias – Jornal A Tribuna O município da Serra vai receber investimento de R$18 milhões da Loteadora Mineira Gran Viver Urbanismo em uma área de loteamento com 640 unidade para a construção de casas. A previsão de entrega é para 2018.   O loteamento residencial Cidade Verde serra será construído na região de Serra-Sede próxima ao bairro continental, em uma área de 255 metros quadrados. De acordo com o superintendente de projetos da Gran Viver Urbanismo, Rodrigo Bara Maia, serão lotes de 200 a 400 metros quadrados, com valor de venda a R$300 o metro quadrado, ou seja, lotes de R$60 mil a R$120 mil.   Ainda segundo Maio, o projeto está em fase final de aprovação, com previsão de início das obras para outubro desse ano. O investimento na Serra, é o primeiro da Gran Viver fora de Minas Gerais “O interesse pela região se deu por uma soma de fatores. Percebemos que era uma área de vazio, mas toda urbanizada no entorno, uma excelente oportunidade para desenvolvermos loteamento no local”, afirmou o superintendente. “Escolhemos o Espirito Santo pela proximidade do Estado a Minas Gerais e pela Grande Vitoria ser uma região em franco crescimento, com potencial para loteamentos planejados. Estamos estudando outros terrenos no Estado”, acrescentou.   Maia garantiu que o empreendimento terá toda infraestrutura básica, como asfaltamento, drenagem, rede de água, coleta de esgoto, energia. Iluminação, tudo sob a responsabilidade da loteadora. Para o prefeito do município Audifax Barcelos, o investimento vai garantir movimentação econômica aos bairros do entorno. “É uma região nobre da cidade. Com a chegada das residências, o comércio local, que já têm condições de atender, será muito beneficiado com o consumo, podendo, certamente, gerar novos empregos”, disse. Audifax também disse que a região é considerada rural, apesar de bem localizada, com alto índice de invasão. “Essa construção modificará a estrutura da área, que passará a ser considerada urbana e permitirá a arrecadação de impostos, o que também ajuda ao município”.